Por Alysson Melo

 

 

O mais novo longa do diretor David Cronenberg segue a mesma linha do seu longa anterior ao nos trazer a história de Agatha Weiss (Mia Wasikowska) que acabou de chegar a Los Angeles e acaba conhecendo o Jerome Fontana (Robert Pattinson), um jovem motorista de limusine que sonha se tornar ator. Eles começam a sair juntos e flertar um com o outro, por mais que Agatha mantenha segredo sobre seu passado. Não demora muito para que ela comece a trabalhar para Havana Segrand (Julianne Moore), uma atriz decadente que está desesperada para conseguir o papel principal da refilmagem de um sucesso estrelado por sua mãe, décadas atrás. Paralelamente, o garoto Benjie Weiss (Evan Bird) enfrenta problemas ao lidar com seu novo colega de elenco, já que é a estrela principal de uma série de TV de relativo sucesso. Entretanto, como esteve internado recentemente, está sob a atenção especial de sua mãe (Olivia Williams) e dos produtores da série, que temem um escândalo.

Aqui nesse o Diretor optou pelo apelo psicológico dos personagens, e o que cada um carregava algum transtorno em suas vidas por tragédias familiares que esse é o remote do longa. Possuindo uma boa fotografia e trilha sonora que se encaixam ao tom do filme.

@Divulgação Paris Filmes

E os destaques vai a atuação de Julianne Moore que brilha e está radiante nas cenas as quais aparece, Robert Pattinson aqui se mostra mais em pequenas participações com uma atuação satisfatória sem muitas surpresas e inovações, sua participação é pequena mas significativa dentro da narrativa.

O Roteiro possui muitas reviravoltas, assuntos difíceis, polêmicos e que nos deixam intrigados e isso nos faz ficar focado na história.

Mapa para as estrelas tem os seus pontos negativos, mas que não ofuscaram ao trabalho feito pelo diretor. É sem sombra de dúvida um longa que após ser visto você fica pensando na história, porque ela se instala em sua mente.